A CONFIANÇA DEVE FICAR EM NÓS MESMOS

Sou um seguidor de um grande pensador bastante comentado. Procuro acompanhá-lo em seus frequentes e admiráveis textos, e recentemente vivenciei algo curioso: o vi perdendo a calma e sendo grosseiro, sem razão alguma, com um outro fã, ao que logo em seguida pediu desculpa. O curioso dessa história foi que dias antes assisti a uma filmagem recente dele em que discursava sobre a calma e tolerância.

COMO CONSEGUIR CUMPRIR OS OBJETIVOS?

Não conseguir cumprir objetivos... eis uma situação bem desgastante e também bem comum. É, talvez, ainda pior quando envolve outra pessoa, pois além da sensação de frustração que sentimos, também decepcionamos um terceiro. E se esse é um fato que se repete, não só o outro começa progressivamente a perder a credibilidade que nos depositava, mas nós também vamos sentir paulatinamente nossa autoconfiança enfraquecer, o que por sua vez facilita a recorrência desse ato.

QUEIXAS VAZIAS

Este texto tem como base a crônica “Basta de queixas”, escrita pelo psicanalista e psiquiatra Dr. Jorge Forbes. Disponível no livro de sua autoria “Você quer o que deseja?”.

     

O livro nos coloca a refletir sobre essa e outras questões, mostra como nos questionar pode ser uma ação bastante oportuna em situações corriqueiras. Pois esclarece que a dúvida pode não ser confortável como a certeza é, mas por outro lado, ela nos auxilia a aprofundar, ampliar ou mesmo modificar as convicções que temos.

OBSTÁCULOS NO CAMINHO DO OBJETIVO

“Se você não sabe para qual porto está navegando, nenhum vento é favorável”. (Sêneca)

 

Essa frase ilustra o fato de que se não temos objetivos claros, corremos o risco de ficarmos desprevenidos, confusos, sem ação. O que pode ocorrer com pequenas ações rotineiras, ou até, se estender para uma vida que flutua à mercê das inconstâncias da do dia-a-dia, em função do acaso, sem grandes progressos, com um vazio no peito porque nos sentimos perdidos. Não ter um foco definido se torna, ao longo do tempo, muito estressante, é algo que abala fortemente a autoestima.

PALAVRAS QUE NOS COLOCAM EM AÇÃO

Podemos tentar nos enganar e nos cercar de desculpas, quando adiamos indefinidamente coisas que sabemos que devem ser feitas e que não fazemos. Mas então, o tempo passa e nos arrependemos de nossa conduta. Porém, mesmo assim, voltamos a repetir todo o ciclo novamente porque o aprendizado desta vivência pode até ter sido racional, mas não foi capaz de causar uma transformação prática.

TERMINAR E REATAR, TERMINAR E REATAR, TERMINAR E REATAR...

Terminar e reatar um relacionamento é uma experiência que comumente acontece na vida dos casais, muitas vezes é necessária para se repensar o que não está bem e fortalecer a união. Por outro lado, alguns casais terminam e recomeçam repetidamente, o que é negativo e desgastante.

AMO OU SOU DEPENDENTE?

Podemos pensar que os relacionamentos amorosos dão um colorido especial para a vida, que podem ser muito importantes e nos encher de alegria. Mas crer que este é o único meio para nosso bem-estar é algo perigoso, porque corremos o risco de ficarmos dependentes do outro para nos sentirmos felizes. E, se este não sabe ou não quer conduzir bem esta situação, podemos ficar em apuros, com um forte sofrimento e com muito medo de que a relação termine.

ESTRESSE NO COTIDIANO

O estresse é uma resposta física e psicológica de alerta produzida pelo nosso organismo frente a certos estímulos. Em certo ponto é uma reação benéfica porque se sentido de forma moderada, nos auxilia na vivência dos eventos do cotidiano como uma força a mais para a motivação, nos colocando em ação. Não é a solução das nossas dificuldades, mas nos ajuda a enfrentá-las e sem exercer o peso extra que teríamos se estivéssemos sofrendo com um estresse intenso e persistente.

LEMBRANÇAS PARA ESQUECER

Eventualmente podemos vincular algumas experiências negativas do nosso passado com certos insucessos do presente, como se um fosse consequência do outro. Isso de fato pode ser verídico, mas mesmo assim, essa postura geralmente não se torna benéfica caso perdure e não produza nenhuma mudança para melhor. Podemos perceber ou não que fazemos isso, mas esta é uma ação relativamente comum em todos nós e vale a pena ser pensada.

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